Entre elas a de José Timóteo Ferreira, conhecido como “Zé Doca”, que chegou à região por volta de 1958, criando os povoados, que virariam vilarejo e depois cidade, inclusive recebendo projetos de colonização federal por meio da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Companhia de Colonização do Nordeste (Colone), que tinham, por meio do discurso oficial, o objetivo promover o desenvolvimento inclusivo e sustentável da região integrando a sua base produtiva regional à economia nacional e internacional. A região se transformou em grande produtora de arroz, milho, pimenta do reino e farinha, além de receber as influências da construção da BR-316.  

Em 2019, a sua população, conforme informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), era composta por 51.714 pessoas. Na área urbana viviam 30.864 habitantes e na rural 19.309 pessoas. A densidade demogrática estava em 20,77 hab/km ².  O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) atingia 0,595 e quanto mais próximo de 1 maior será o desenvolvimento humano local. O Índice é medido pelos indicadores de três dimensões do desenvolvimento humano: longevidade, educação e renda.

Em 2010, pelos dados do Instituto, a estrutura etária da população era composta  por 16.407 habitantes com menos de 15 anos de idade. Entre 15 a 64 anos, eram  30.645 pessoas.  Estavam acima de 65 anos 3.121 moradores.  63,72 % dos habitantes depende da população economicamente ativa na cidade. Em 2017, em relação à saúde, a taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 27.93 para 1.000 nascidos vivos. As internações devido a diarreias são de 2.8 para cada 1.000 habitantes.

Segundo do IBGE, em 2018, em relação ao trabalho e renda, o salário médio mensal era de dois salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 5.9%. Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 50.1% da população nessas condições econômicas. A vulnerabilidade social alcança 68,08% dos habitantes e 59,98% das pessoas com 18 anos ou mais
sem fundamental completo e a ocupação é informal. Em 2010, pelos dado do IBGE, a taxa de escolarização taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade era de 95,3%. 7.572 discentes estavam matriculados no  ensino fundamenta e 2.560 no ensino  médio.

Já em relação ao territóio o meio ambiente, os dados do IBGE aponta que  9.4% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 43.5% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 2% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio).  71% do abastecimento de água é feito pela rede geral e 24% por poço ou nascente. 5% da popução é abastecida de outras formas.

O serviço de limpeza responde por 83% a destinação do lixo.7% são queimados e 7% recolhidos em caçamba e jogado em terreno baldio e 2% enterrados, de acordo com dados do InfoSanBa (2010), uma ferramenta tecnológica colaborativa para estudos sobre a realidade do saneamento municipal no Brasil. Segunda ela, 76% dos domicilios tem banheiro e 22% sanitarios.  2% das casas não têm nenhum dos dois. A fossa séptica responde por 10% do esgotamento sanitário e 73% dos moradores usam a fossa rudimentar. A vala é utilizada por 7% dos habitantes e a rede geral atende 2% da populaçã. 6% utilizam outras forma de esgotamento sanitário. O plano diretor da cidade foi estabelecido pela Lei nº 281/2007 e a Lei 520/2019 é mais atualizada sobre a regularização fundiária urbana e rural. A prefeitura municipal fica na Avenida Militar, SN, Vila do BEC, Centro.

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