A população urbana era de 713 habitantes e a rural alcanvava 2.339 moradores. A densidade demografica é de 1,58 hab/km ². A economia local gira em torno da aquicultura, pecuária, produção agrícola de diversos grãos, produção de mel, comércio, indústria e serviços, entre outros segmentos econômicos. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) é de  0,656  e quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano local.

Pelos dados do IBGE/2010, 787 moradores têm menos de 15 anos, 2.081 estão na faixa de 15 a 65 anos e 184 com mais de 65 anos. 46,66 % da população, revelando uma população numa faixa de idade produtiva para uma cidade nova. No entanto, 46,66 %  das pessoas dependem da população economicamente ativa. A taxa de envelhecimento é 6,03%, ou seja, o Índice de envelhecimento é a relação existente entre o número de idosos e a população jovem na região. O índice expressa em número de residentes com 65 ou mais anos por 100 residentes com menos de 15 anos.

Segundo o IBGE/2010, os dados socioeconômicos, envolvendo saúde e edução, mostram que a taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade alcanvava 99,4% dos alunos na rede pública. Em 2018, estavam matriculados  no ensino fundamental 429 discentes e 140 no ensino médio. A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 55.56 para 1.000 nascidos vivos. As internações devido a diarreias são de 0.7 para cada 1.000 habitantes. Comparado com todos os municípios de Mato Grosso, fica nas posições 1 de 141 e 78 de 141, respectivamente. Em 2009, a cidade possuía quatro estabelecimentos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em relação ao universo do trabalho e do rendimento, conforme informações do IBGE/2018, o salário médio mensal era de 1.9 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 10.5%. Na comparação com os outros municípios de Mato Grosso, ocupava as posições 132 de 141 e 108 de 141, respectivamente. Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinham 40.1% da população nessas condições, o que o colocava na posição 40 de 141 dentre as cidades do Estado. A vulnerabilidade social atinge 37,56% dos habitantes e 52,79% das pessoas de 18 anos ou mais não tem o ensino fundamental completo e a ocupação é informal.

Numa  análise urbanística habitacional e sanitária, os dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e Fundação João Pinheiro (FJP) revelam que 94,17%  da população tem água encanada nas residências, 99,24% possui acesso à energia elétrica e 98,82% dos moradores têm coleta de lixo domiciliar. Os dados do IBGE/2010, por sua vez,  mostram que 71.4% de moradias urbanas em vias públicas tem arborização e 0.2% de domicílios com esgotamento sanitário adequado. Na questão sanitária, conforme dados da InfoSanBa (2010), uma ferramenta tecnológica colaborativa para estudos sobre a realidade do saneamento municipal no Brasil, a rede geral de abastecimento de água alcança 98% das moradias e somente 2% dos moradores se abastecem com água de poço ou nascente. O serviço de limpeza alcança 98% da cidade,1% é queimado e 1% é recolhido por caçamba e jogado em terreno baldio. 96% dos domicílios possuem banheiros e 3% têm sanitários. A fossa rudimentar atende 98% das moradias e 1% usa a vala.

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