Pesquisadores da UFMA debatem regularização e assistência técnica no Maranhão



A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e os gestores do Grupo de Trabalho Estadual do Programa Morar, Conviver e Preservar (GTE-Maranhão) abrem nesta sexta-feira, 26, às 9 horas, o I Web-Fórum Estadual da Rede Amazônia no Maranhão. O evento tem por objetivo compartilhar as experiências de regularização fundiária e assistência técnica desenvolvidas no território. As nove conferências do evento envolvem diversos pesquisadores que falarão sobre o uso e a ocupação do solo no Estado, que terá a participação dos segmentos públicos, privados e dos movimentos comunitários. As atividades serão transmitidas pelo canal do Grupo de Pesquisa, Turismo, Cidades e Patrimônio (PTCP) da UFMA, no YouTube. As inscrições podem ser realizadas por meio de formulário on-line.

Segundo dados do IBGE/2020, a população do Estado do Maranhão está estimada em mais 7.114,598 habitantes, que ocupam uma área de 331.936,949 km² e residem em 217 municípios. São Luís possui, pelo IBGE/2020, uma população estimada em 1.108,975 pessoas. A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 17.36 para 1.000 nascidos vivos. Em 2018, o salário médio mensal era de 3.2 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 33.8%. Em 2010, 65.4% de domicílios apresentavam com esgotamento sanitário adequado, 32.3% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 11.7% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio).

Para Protásio dos Santos, professor da UFMA e coordenador do Grupo de Trabalho Estadual da Rede Amazônia no Maranhão (GTE-MA), a realização do I Web-Fórum ocorre num momento crítico da humanidade, em função da pandemia da Covid-19, e abre várias janelas de oportunidades para ampliar os conhecimentos, fortalecer a ciência e a implementação das estruturas das políticas públicas, além de garantir os direitos constitucionais sobre o uso e a ocupação do solo e a defesa vida.

Segundo o coordenador é fundamental construir cidades inclusivas e cidadãs para a população local e nacional. É um trabalho de construção cotidiana com interação permanente com a sociedade e as comunidades. "É o nosso papel criar e manter condições para que os sonhos, esperanças e expectativas se realizem e assim se construa cidades e uma sociedade com novos paradigmas, mais justa e mais inclusiva. Estes são alguns dos passos do Fórum na busca do cumprimento da nossa missão institucional no Estado e no Brasil”, assevera Protásio.

Por: Marcos Fábio – DCom UFMA e Kid Reis – Ascom-CRF-UFPA

Fotos: Arquivo do coordenador e Ascom-UFMA


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