Gestores da Rede Amazônia avaliam novos passos do Programa Morar, Conviver e Preservar a Amazônia


Nesta sexta-feira, 14 de maio, a partir das 16 horas, pelo horário de Brasília, a Coordenação Geral e os gestores dos nove Grupos de Trabalho Estaduais do Programa Morar, Conviver e Preservar a Amazônia avaliam a realização dos nove fóruns regionais que envolveram 12 universidades federais e mais de 100 instituições públicas, privadas, acadêmicas e populares para debater, por meio de uma ampla rede de ensino, pesquisa e extensão, a inovação, a capacitação e a assistência técnica em regularização fundiária urbana, prevenção de conflitos de naturezas socioambiental, habitacional e sanitária. “Foi um exercício desafiador e um empenho extraordinário das equipes das universidades da Amazônia Legal. Agora precisamos avaliar estes avanços, traçar os próximos passos e construir os cenários e as propostas de como chegar aos municípios”, sinaliza Myrian Cardoso, coordenadora da Rede Amazônia.

Para reforçar a constatação dos avanços da Rede Amazônia, a coordenadora enfatiza a evolução das adesões ao Programa. As mais recentes assinaturas dos termos de adesão à Rede Amazônia foram feitas pelas prefeituras de Satubinha, no Maranhão, que tem uma população estimada em 14.096 habitantes , assim como por Porto Acre, no Estado do Acre, com 18.824 habitantes, conforme dados do (IBGE/2020). Assinaram, também, a adesão as prefeituras municipais de Zé Doca, no Maranhão; Ferreira Gomes, no Amapá; Nova Ubiratã, em Mato Grosso; Sapucaia e Oriximiná, no Pará; Ariquemes, em Rondônia; e Luzinópolis, no Estado do Tocantins. “São passos significativos, vitoriosos e desafiadores”, assinala Myrian.

Neste cenário, outro ponto de pauta, segundo Renato das Neves, vice-coordenadora da Rede Amazônia, é o debate sobre a construção de um plano de ação municipal para implementar a regularização e a prevenção dos conflitos socioambientais nos municípios do Programa, conforme já vem sendo discutido com os grupos de trabalho do Maranhão e de Rondônia. “As equipes estão fazendo um levantamento detalhado dos dados das cidades, discutem a formação de um grupo de trabalho municipal nos territórios, que será composto por membros da prefeitura local, gestores das instituições públicas das três esferas da federação brasileira, representantes e lideranças sociais das comunidades locais, além de elaborar ciclos de capacitação e uma ampla oficina virtual, entre outras ações. A minha expectativa é positiva. Estamos avançando na interiorização da Rede Amazônia”, finaliza Renato.


Texto e fotos: Kid Reis – Ascom CRF-UFPA



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