Conheça a coordenação do GTE-TO na Universidade Federal do Tocantins



Dos 27 estados brasileiros, Tocantins é o ente federativo mais novo do território nacional e foi criado em 1988. A sua capital é Palmas. A coordenação do Programa Morar, Conviver e Preservar a Amazônia (Rede Amazônia) na Universidade Federal do Tocantins (UFT) é feita pela arquiteta Olivia Maia Pereira e envolve, ainda, mais quatro pesquisadoras. A arquiteta Olivia Maia trabalha com as linhas de pesquisas voltadas para a Regularização Fundiária, Planos Diretores Participativos, Instrumentos Urbanísticos, Políticas Públicas em Habitação, Direito à Cidade e Participação Popular.

O Grupo de Trabalho Estadual do Tocantins (GTE-TO) conta com a participação das pesquisadoras Mariela Cristina Ayres de Oliveira, Ana Carla de Lira Bottura, Andressa Caroline Silva Leitão Gomes e Milena Luiza Ribeiro. Mariela de Oliveira é arquiteta e tem como linha de pesquisa os Conflitos ambientais territoriais, Cidades Sustentáveis, Políticas Públicas em Habitação, Direito à Cidade e Participação Popular.

Por sua vez, a arquiteta Ana Carla de Lira Bottura, do Centro Universitário Católica do Tocantins (UniCatólica), realiza pesquisas nas áreas de Regularização Fundiária, Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social, Planos Diretores Participativos, Direito à Cidade e Participação Popular, Conflitos por Moradia.

Fortalecendo a equipe do GTE-TO, Andressa Caroline Silva Leitão Gomes também é arquiteta e tem como linha de pesquisa de pesquisa Direito à Cidade, Regularização Fundiária e Habitação de Interesse Social.

Consolidando o GTE-TO, a arquiteta Milena Luiza Ribeiro (foto à direita e abaixo) trabalha com as linhas de pesquisas direcionadas para os Instrumentos urbanísticos, Estatuto das Cidades e Função social da propriedade na cidade. O Programa Rede Amazônia é uma parceria da Comissão de Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará (CRF-UFPA) com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Secretaria Nacional de Habitação do governo federal.

O Programa desenvolve ações de difusão, capacitação e assistência técnica e tecnológica em regularização fundiária, prevenção de conflitos e melhorias habitacionais e sanitárias na região amazônica e trabalha estas atividades em 78 glebas existentes em 52 cidades amazônicas, que possuem 13.749 hectares, onde residem 530.231 mil pessoas em mais de 152.852 mil moradias. Inicialmente foram selecionados 17 municípios. As terras foram repassadas aos municípios da Rede Amazônia pelo Programa Terra Legal.


Texto: Kid Reis – Ascom-CRF-UFPA

Fotos: Arquivo das pesquisadoras.

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