Conheça a coordenação do Grupo de Trabalho Estadual da Rede Amazônia em Mato Grosso.

Atualizado: Fev 1


No Estado de Mato Grosso, a coordenação do Programa Morar, Conviver e Preservar a Amazônia (Rede Amazônia) é feita pelos pesquisadores da Universidade da Universidade Federal do Mato Grosso, Cláudio Santos de Miranda e Doriane Azevedo. Cláudio Santos é arquiteto e urbanista e tem como linhas de pesquisa os trabalhos voltados para a regularização fundiária, conservação de patrimônio cultural construído e planejamento urbano, conforme dados da Plataforma Lattes. Doriane Azevedo é formada em Arquitetura e Urbanismo e sua linha de pesquisa esta voltada para Política Territorial – análises criticas e propositivas.

O Programa Rede Amazônia é uma parceria da Comissão de Regularização Fundiária da Universidade Federal do Pará (CRF-UFPA) com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Secretaria Nacional de Habitação do governo federal. O Programa desenvolve ações de difusão, capacitação e assistência técnica e tecnológica em regularização fundiária, prevenção de conflitos e melhorias habitacionais e sanitárias na região amazônica e vai trabalhar estas atividades em 78 glebas existentes em 52 cidades amazônicas, que possuem 13.749 hectares, onde residem 530.231 mil pessoas em mais de 152.852 mil moradias. Inicialmente foram selecionados 17 municípios. As terras foram repassadas aos municípios da Rede Amazônia pelo Programa Terra Legal.

Em 2018, os dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) revelavam que o Estado de Mato Grosso era composto por 141 municípios e o seu território equivale 10,16% do Brasil. A cidade mais populosa é Cuiabá, a capital estadual, com mais de 607 mil habitantes. Em seguida, vem Várzea Grande com aproximadamente 282 mil. A cidade de Guarantã do Norte foi o primeiro município a assinar a adesão ao Programa Morar, Conviver e Preservar a Amazônia, assim como os coordenadores já desenvolveram intercâmbios de conhecimentos com diversas instituições públicas e outros seguimentos da sociedade civil mato-grossense sobre a Rede Amazônia.


Texto: Kid Reis – Ascom-CRF-UFPA

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