Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatísticas (IBGE), em 2010, mostravam uma população de 23.934 pessoas. Em 2019, saltou para 30.982 pessoas. A população urbana é composta por 4.816 habitantes e 18.640 na área rural. A densidade demografia é de 3,34 hab/km ². O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de Placas é de 0,552. Ele é um indicador composto por três dimensões do desenvolvimento humano, ou seja, longevidade, educação e renda. O índice varia de 0 a 1, e quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano.

 

A economia local tem como base a agricultura, pecuária, comércio e é o terceiro maior produtor de cacau do Pará, além de possuir uma grande bacia leiteira, entre outros ramos. O mundo do trabalho em Placas revela os seguintes dados econômicos: a renda per capita é de R$ 231,94. 29,33% são de extremamente pobres e 53,83% de pobres. São vulneráveis a pobreza 76,36% dos moradores. 68,29% moradores de 18 anos ou mais não têm o ensino fundamental completo e a ocupação é informal. 51,9% da população tem rendimento nominal mensal per capita de até ½ salário mínimo, conforme IBGE, em 2010.

 

Neste ano, segundo o Instituto, 62% da população tinham de 15 a 64 anos em sua a estrutura etária, enquanto 35% possuíam menos de 15 anos e 3% acima de 65 anos.  61,29% da população dependem da população economicamente ativa. A taxa de envelhecimento é 3,10% e mostra a relação existente entre o número de idosos e a população jovem. Formada por nordestinos, em especial da Bahia e do Maranhão, e sulistas do Rio Grande do Sul, a cultura local envolve o baião, carimbó e o tacacá, além de conviver com a bota, botina, bombacha, churrasco e o chimarrão.

 

Segundo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básicas (IDEB), em 2010, a taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade era de 92%. 4.053 alunos frequentavam o ensino fundamental, 553 o ensino médio e ensino superior alcançava 1,6% dos discentes. Já em relação a saúde, a mortalidade infantil, em 2017, atingia 6,87 óbitos por mil nascidos vivos. As internações por diarreia, em 2016, alcançavam 7,8 internações por mil habitantes. A cidade, em 2009, possuía quatro estabelecimentos ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

 

A análise urbanística do município, envolvendo habitação e saneamento básico, revela que 76,33% da população em domicílios possui água encanada. A energia elétrica alcança 71,98% da população em domicílios, conforme dados do PNUD, IPEA e Fundação João Pinheiro. Em relação ao abastecimento de água, 90% vem de poço ou nascente. A rede geral de água alcança 17% e 3% têm outras formas de abastecimento.

 

O serviço de limpeza atinge 55% e 18% são queimados. O lixo colocado em caçamba é de 25%. São jogados em terrenos baldios 1% dos resíduos.  80% dos domicílios têm banheiro e 19% possuem sanitário. 1% da população não tem acesso a esta estrutura em suas moradias. O esgotamento sanitário da população é de 4% e feito em fossa séptica. A fossa rudimentar alcança 80% da população e a vala 3% dos moradores, conforme InfoSanBa (2010).

 

Em relação à legislação municipal, Placas possui Plano Diretor desde 2006, mas o documento não foi encontrado pelas pesquisas da CRF-UFPA, assim como ocorreu com a lei municipal de regularização fundiária e a legislação de parcelamento do solo. 

 

A Prefeitura está localizada na Rua Olavo Bilac, no Centro, e o telefone é (93) 98123-8898. Os contatos podem ser feitos pelo e-mail: gabinete@placas.pa.gov.br. Para mais informações acesse o site clicando diretamente no ícone abaixo:

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