Estruturalmente a sua extensão total é 3.579 km ligando as cidades de Tenente Portela, no Rio Grande do Sul, a Santarém, no Pará, entre outras obras complementares. A sua construção foi abaixo longas partes da floresta amazônica e, em 1983, já se percebia um pequeno povoado, com uma igreja e um campo de futebol, que daria origem à Novo Progresso. Em 1984, é descoberta das jazidas de ouro, provocando a migração e o oportunismo imobiliário com a venda de lotes, consolidando, gradativamente, ocupação do solo.

Nesta evolução histórica, a economia municipal abarca os segmentos econômicos da madeira, garimpo, pecuária de corte, agricultura, serviços públicos,  agricultura familiar, comércio e, com grande destaque, a mineração  numa escala de exportação multinacional, pois o subsolo é rico em ouro, chumbo e granito, entre outras riquezas naturais.

Segundo dados do Censo IBGE/2010, a cidade de Novo Progresso possui uma área de 3.8328,16 km² e uma população total de 25,762 habitantes no geral, sendo 7.407 moradores na área rural. A densidade demográfica é 0,66 hab/km ². Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística /2010 revelam que a maior parte da população está entre 15 e 64 anos. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) da cidade é de 0,673 (quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano local). 

Pelos dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de 2010, a taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade atinge 94,2%. O ensino fundamental envolve 5.291 pessoas, o ensino médio 1.191 e o superior completo alcança 2,5% da população local.

Em relação à saúde, dados do IBGE/2017 revelam que a mortalidade infantil atingiu 17,71 óbitos por mil nascidos vivos. O IBGE/2009 revela que a localidade possui 12 estabelecimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) e, em 2016, 0,2 internações por mil habitantes tiveram como causa a diarreia. A renda per capita conforme o Instituto é de R$ 658,31 sendo 42,41% da população extremamente pobres e 52,60% de pobres. O salário médio mensal do trabalhador formal, IBGE/2017, era de 2,2 salário mínimo. O percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até meio salário mínimo, em 2010/IBGE, atingia 35,2% da população. A vulnerabilidade social 32,30%, e pessoas de 18 anos ou mais sem fundamental completo e ocupação informal atingia 51%.

Do ponto de vista da análise urbanística, 92,52% da população têm água encanada em domicílio. 94,71%

têm energia elétrica e 94,63% do lixo é coletado. Já em relação ao saneamento básico, 57% das moradias são abastecidas por água de poço ou nascente. A rede geral de distribuição atinge 41% da população. A coleta do lixo alcança 93% pelo serviço de limpeza da cidade, 1% é queimado, e 6% são coletados em caçamba.  Na cidade 91% dos habitantes têm banheiro, 6% têm sanitários e 3% não possuem nem um dos dois. Em relação ao esgotamento sanitário, 2% usa a fossa séptica, 92% a fossa rudimentar e 1% utiliza a vala. 3% da população não tinha acesso a estas políticas públicas, conforme dados da InfoSanBa (2010)

O plano diretor da cidade está previsto na Lei nº 234/2006, de 24 de outubro de 2006. Não foi encontrada na prefeitura legislação relacionada à regularização fundiária.  Já a comunicação regional abarca os meios tradicionais das mídias digitais, websites, blogs, televisões, rádios comerciais, rádios comunitárias e iniciativas populares, tais como carro som e bicicleta som, entre outros. A prefeitura está localizada na Travessa Belém, 768, Jardim Europa. O contato pode ser feito pelo telefone (93) 3528-1150.

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