A história do município é marcada por inúmeras disputas territoriais e em relação à data definitiva de sua instauração. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1933, Irituia figura como município. A economia local está centrada na agricultura, pecuária, extrativismo vegetal, indústria, comércio, serviços, entre outros. De origem tupi guarani, a palavra Irituia significa corredeira velha, antiga.

Em 2010, os dados do IBGE revelam que a maior parte da população está entre 15 e 64 anos. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) da cidade é de 0,559 (quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano local). Pelos dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de 2010, a taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade atinge 97,3%. O ensino fundamental envolve 6.108 pessoas, o ensino médio 1.328 e o superior completo alcança 2,5% da população local.

Em relação à saúde, dados do IBGE/2017 revelam que a mortalidade infantil atingiu 14,29 óbitos por mil nascidos vivos. O IBGE/2009 revela que a localidade possui 12 estabelecimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) e, em 2016, 6,2 internações por mil habitantes tiveram como causa a diarreia.

A renda per capita conforme o Instituto é de R$ 224,25 sendo 29,98% da população extremamente pobres e 53,19% de pobres. O salário médio mensal do trabalhador formal, IBGE/2017, era de 1,8 salário mínimo. O percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até meio salário mínimo, em 2010/IBGE, atingia 53% da população. A vulnerabilidade social é de 76,39%, e pessoas de 18 anos ou mais não tem fundamental completo e a ocupação informal atingia 65,80%.

Do ponto de vista da análise urbanística, 82,58% da população têm água encanada em domicílio. 91,26%

têm energia elétrica e o 87,16% do lixo é coletado. Já em relação ao saneamento básico, 8% das moradias são abastecidas por água de poço ou nascente. A rede geral de distribuição atinge 89% da população.

A coleta do lixo alcança 36% pelo serviço de limpeza da cidade, 10% são queimados, 0% são jogados em terreno baldio e 54% são coletados em caçamba.  Na cidade 84% dos habitantes têm banheiro, 14% têm sanitários e 2% não possuem nem um dos dois. Em relação ao esgotamento sanitário, 1% usa a fossa séptica, 78% a fossa rudimentar e 9% utilizam a vala. 2% da população não tinha acesso a estas políticas públicas, conforme dados da InfoSanBa (2010).

Pelo Decreto 037/2017, de 4 de abril de 2017, foi convocada audiência pública para a revisão do Plano Diretor Municipal Participativo, conforme documento assinado pela prefeita Carmelina da Costa.  A Lei nº 410/2019, de 14 de maio de 2019, instituiu o Programa de Regularização Fundiária na cidade. A comunicação regional abarca os meios tradicionais das mídias digitais, websites, blogs, televisões, rádios comerciais, rádios comunitárias e iniciativas populares, tais como carro som e bicicleta som, entre outros.  A prefeitura está localizada na Travessa Júlio Ribeiro Taváres, 21, Centro. O contato pode ser feito pelo telefone: (91) 99621-0621 e pelo e-mail: gabinete.pmi2017@hotmail.com.

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