A atividade econômica municipal abarca um leque de segmentos, entre eles, a pecuária, com ênfase na criação de bubalinos e de bovinos, a agricultura de subsistência, destacando-se a plantação de pinus para a indústria de celulose, e a cultura da laranja. Tem força, ainda, a piscultura, o turismo e o comércio local, conforme dados do Governo do Estado do Amapá.

 

Em 2010, pelos dados do IBGE, a população era de 5.802 pessoas e em 2019 saltou para 7.780 habitantes. A densidade demográfica local é de 1,14 hab/km ².  A população urbana alcança 4.175 pessoas e a rural atinge a 1.627. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDMB) atinge 0,656, estatisticamente isso significa que quanto mais próximo de 1, melhor é a qualidade de vida local. A estrutura etária, conforme IBGE, em 2010, revelava que 58% da população local estava na faixa de idade entre 15 e 64 anos. 4% tem 65 anos ou mais, e 38% tem menos de 15 anos. 71,15% dos locais dependem da população economicamente ativa e a taxa de envelhecimento atinge 3,71%, revelando relação existente entre o número de idosos e a população jovem.

 

Conforme o IBGE, em 2010, a taxa de escolaridade de 6 a 14 anos de idade, atinge 96,2% dos estudantes. O ensino fundamental alcança 1.525 alunos, e o ensino médio 293 discentes.  A mortalidade infantil, em 2017, alcançava 6,10 óbitos por mil nascidos vivos e a cidade possui cinco estabelecimentos de Saúde (SUS).

 

Os dados socioeconômicos mostram uma renda per capita de R$ 416,72. 14,94% são de extremamente pobres e 33,75% de pobres. Em 2017, o salário médio mensal dos trabalhadores formais alcançava 2,9 salários mínimos. Em 2010, 45,6% tinham rendimento nominal mensal per capita de até ½ salário mínimo, conforme o IBGE. Em relação à vulnerabilidade social, 59,25% são vulneráveis à pobreza e 44,73% das pessoas com 18 anos ou mais não tem o fundamental completo e a ocupação é informal.

 

Em 2010, do ponto de vista urbanístico, 77,82% da população em domicílios possuíam água encanada e 89,85% população em domicílios tinham coleta de lixo, conforme dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEIA) e Fundação João Pinheiro (FJP). Em relação ao saneamento básico, 6% do abastecimento de água são feitos por poço ou nascente. A rede geral alcança 91% da população e 3% tem acesso a água por outros meios. O serviço de limpeza responde por 56% da coleta, 3% são detritos queimados e as caçambas recolhem 41% do lixo.

 

Em Ferreira Gomes, 83% dos municípios possuem banheiros e 14% tem acesso ao sanitário. Somente 4% dos locais não tem acesso a estas estruturas. 2% do esgotamento sanitário na cidade é feito por fossa séptica. A fossa rudimentar responde por 79% e a vala 11%. 8% dos moradores têm outras formas de esgotamento sanitário, conforme dados do InforSanbas, uma ferramenta colaborativa para estudo e representações visuais de gráficos e mapas relacionados ao saneamento básico no Brasil.

 

O município não tem legislação municipal sobre plano diretor e a planta de parcelamento do solo. No entanto, Lei Nº 320/2019 estabelece as regras para a regularização fundiária e o órgão responsável, a Comissão Municipal, para Regularização Fundiária de Áreas Urbanas para os loteamentos de Interesse Social. A prefeitura está localizada na Avenida Costa e Silva, 488. O telefone: (96) 3326-1228 e os contatos podem ser feitos pelo-mail: cristian.monteiro75@gmail.com. Para mais informações clique no ícone abaixo para visitar o website da prefeitura local:

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