Por integrar o Estado de Tocantins, a história da cidade, tem ligações com as terras que pertenciam ao Estado de Goiás. Antes da colonização e a criação do Estado de Tocantins, a região era povoada pelos índios Xingu e txucarramães. As influências locais foram de missões católicas e dos bandeirantes, estes queriam o ouro. Mais tarde, a construção de rodovia Belém-Brasília, a mineração de ouro e calcário e o extrativismo da madeira, principalmente do mogno, alteraram a realidade regional, expandindo a população, a agricultura e o comércio.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística /2010 revelam que a maior parte da população está entre 15 e 64 anos. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) da cidade é de 0,581 (quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano local. Pelos dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de 2010, a taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade atinge 93,5%. O ensino fundamental envolve 1.136 pessoas, o ensino médio 173 e o superior completo alcança 2,5% da população local.

O IBGE/2009 revela que a localidade possui 1 estabelecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e, em 2016, 0,5 internações por mil habitantes tiveram como causa a diarreia. A renda per capita conforme o Instituto é de R$ 327,64 sendo 42,41% da população extremamente pobres e 52,60% de pobres. O salário médio mensal do trabalhador formal, IBGE/2017, era de 1,5 salário mínimo. O percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até meio salário mínimo, em 2010/IBGE, atingia 45,9% da população. A vulnerabilidade social 57,36%, e pessoas de 18 anos ou mais sem fundamental completo e ocupação informal atingia 61,73%.

Do ponto de vista da análise urbanística, 85,12% da população têm água encanada em domicílio. 91,70%

têm energia elétrica e 95,88% do lixo são coletados. A rede geral de distribuição atinge 98% da população. A coleta do lixo alcança 94% pelo serviço de limpeza da cidade, 4% é queimado, e 1% é coletado em caçamba.  Na cidade 90% dos habitantes têm banheiro, 6% têm sanitários e 4% não possuem nem um dos dois. Em relação ao esgotamento sanitário, 45% usam a fossa séptica, 6% a fossa rudimentar e 8% utilizam a vala.

O plano diretor do município foi criado em 2007, embora prefeitura não divulgue por qual legislação. As informações da prefeitura mostram, também, que existe a lei de perímetro urbano, lei de parcelamento do solo, lei sobre zoneamento ou uso e ocupação do solo, lei sobre solo criado ou outorga onerosa do direito de construir e a lei sobre estudo de impacto de vizinhança. Todas essas legislações estão integradas ao plano diretor. Na cidade não tem legislação sobre regularização fundiária. A comunicação regional abarca os meios tradicionais das mídias digitais, websites, blogs, televisões, rádios comerciais, jornais da capital, rádios comunitárias e iniciativas populares, tais como carro som e bicicleta som, entre outros.  A prefeitura está localizada na Praça Antoni Dias da Silveira, Centro.

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