A história da ocupação do espaço geográfico de Cojubim começa com o aproveitamento de seringais nativos e, posteriormente, em 1984, com a criação de um projeto de Assentamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) com a implantação de atividades extrativistas e agropecuárias por meio do assentamento de aproximadamente 600 famílias em algumas propriedades rurais. Esta ocupação territorial torna a agricultura uma força econômica local, assim como a pecuária, a exploração da madeira nativa para consumo local e a exportação. A economia local explora, também, as essências vegetais, entre outros setores econômicos, de acordo com estudos publicados na Revista Universitária por pelos pesquisadores Marinho Filho e Djalma da Silva.

 

Em 2010, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade possuía a 15 mil 854 mil pessoas e, em 2019, saltou para 25 mil 215 habitantes. A população urbana alcançava 1 mil 043 moradores e a rural 4.811.  O Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) é de 0,612 e quanto mais próximo de 1, maior é o desenvolvimento humano local. 32,39% dos moradores tem menos de 15 anos e 64,99% estão na faixa de 15 a 64 anos.

 

A taxa de escolarização alcança 94,4% dos discentes de 6 a 14 anos de idade, conforme IBGE/2010.   Em 2018 estavam matriculados no ensino fundamental 3.075 alunos e 486 no ensino médio. 2,2% da população de 25 anos ou mais têm ensino superior completo.  Em 2017, a mortalidade Infantil atingia 9,57% dos óbitos por mil nascidos vivos e as internações por diarreia (2016) alcançavam 0,4 por mil habitantes. Dados de 2019, do IBGE, revelam a existência de um estabelecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) na região.

 

A renda percapita é de R$ 495,31 e 9,04% das pessoas são extremamente pobres e 19,56% de pobres. Em 2017, o salário médio mensal dos trabalhadores formais alcançava dois salários médios mensais dos trabalhadores formais e 40,10% estão em vulnerabilidade social. 55,42% das pessoas de 18 anos ou mais não têm o ensino fundamental completo e a ocupação é informal.  Em relação à análise urbanística, envolvendo habitação e saneamento, os dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e a Fundação João Pinheiro (FJP), apontam que 94,18% da população em domicílios possuem água encanada, 91,47% têm acesso à energia elétrica e 84,27% têm coleta de lixo.

 

Já conforme dados da InfoSanBa (2010), uma ferramenta tecnológica colaborativa para estudos sobre a realidade do saneamento municipal no Brasil, o abastecimento de água pela Rede Geral na cidade alcança 15% dos moradores, 80% utilizam poço ou nascente e 5% têm acesso a este bem público de outras maneiras. O serviço de limpeza responde por 72% da destinação do lixo, 9% são queimados e 19% são recolhidos em caçambas. 84% dos habitantes têm banheiro e 14% possuem sanitários. 2% não possuem estas estruturas em suas moradias.  O esgotamento, por fossa séptica, atinge 2% dos moradores e a fossa rudimentar atende 95% das casas.

 

Em relação à legislação municipal, Cojubim não possui plano diretor e tem legislação de parcelamento do solo. A cidade tem legislação sobre regularização fundiária, mas não foi encontrada nas pesquisas da CRF-UFPA. A prefeitura está localizada na Rua Condor Nº2588. Para mais informações visite o website da prefeitura clicando no ícone abaixo:

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