Informações do IBGE, de 2010, revelam que a população era de 14.784 pessoas e passou para 15.430 habitantes em 2019. A densidade demográfica é de 17,96 hab/km ².  A população rural soma 10.638 pessoas e a urbana 4.146 habitantes.  O Índice de Desenvolvimento Humano (IDHM) é de 0,583 e quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano local. O Índice é medido pelos indicadores de três dimensões do desenvolvimento humano: longevidade, educação e renda. 

 

Conforme o IBGE, 59% dos moradores estão na faixa de 15 a 64 anos. 34% têm menos de 15 anos e 7% estão acima de 65 anos. A taxa de envelhecimento é de 7,01% e estabelece a relação existente entre o número de idosos e a população jovem. 70,50 % da população local é dependente das pessoas economicamente ativas.

 

Já em relação à educação, a taxa de escolarização é de 98% entre as pessoas de 6 a 14 anos de idade, conforme dados do IBGE/2010. Em 2018, estavam matriculados 2.526 no ensino fundamental e 572 no ensino médio. 1,8% dos moradores possuem ensino médio. O ensino superior alcança 1,8% dos moradores. A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 32,56 para 1.000 nascidos vivos. As internações devido a diarreias são de 1,3 internações para cada 1.000 habitantes. Na cidade existem sete estabelecimentos de Sistema Único de Saúde (SUS).

 

A renda percapita é de R$ 230,11, segundo o Instituto. São extremamente pobres 23,52% da população e 45,30% são pobres. 71,17% dos habitantes estão vulneráveis à pobreza. O salário médio mensal dos trabalhadores formais, em 2017, alcançava 1,7 salário mínimo. Praticamente 50% da população vive com rendimento nominal mensal per capita de até ½ salário mínimo, segundo dados do IBGE/2010.  A vulnerabilidade social alcança 71,17% da população. 62,84% dos habitantes com 18 anos ou mais não têm ensino fundamental completo e a ocupação é informal.

 

Em relação ao urbanismo, considerando habitação e saneamento, 94,17% dos moradores em domicílios têm água encanada e 97,38% energia elétrica. 67,41% dos habitantes em domicílios têm coleta de lixo, conforme dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEIA) e Fundação João Pinheiro (FJP). Em relação ao abastecimento de água, conforme dados da InfoSanBa (2010), uma ferramenta tecnológica colaborativa para estudos sobre a realidade do saneamento municipal no Brasil, a Rede geral atende 96% da população, 2% tem acesso a poço ou nascente e 2% utiliza outros meios de acesso à água.

 

O serviço de limpeza responde por 69% da coleta do lixo, 27% são queimados do lixo e 4% utilizam outros tratamentos. 42% dos moradores têm banheiros e 52% sanitários. 6% não têm acesso a estas duas estruturas.  No esgotamento sanitário, fossa rudimentar responde por 75%. A vala é utilizada por 13% da população. 1% tem acesso à rede geral de esgoto ou pluvial, conforme dados da InfoSanBa (2010).

 

Nas pesquisas de dados feitas pelas equipes da Rede Amazônia, constatou que a cidade não tem plano diretor, legislação de parcelamento de uso do solo e lei municipal de regularização fundiária, embora tenha órgão responsável, que é Secretaria Municipal de Administração, Fazenda e Gestão orçamentária - Departamento Municipal de Regularização Fundiária. A prefeitura está localizada na Av. Senador La Rocque, s/n -  Centro. Para mais informações, visite o website da prefeitura local clicando diretamente no ícone abaixo:

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